SINDICATO DOS TRABALHADORES RURAIS DE ASSUNÇÃO DO PIAUÍ

INFORMAÇÕES DA ENTIDADE 

Entidade: Sindicato dos Trabalhadores Rurais Agricultores(as) Familiares de Assunção do Piauí (STTR de Assunção do Piauí).

CNPJ: 01.789.300/0001-64

Fundação:  02 de julho de 1994.

Natureza: Entidade sindical de primeiro grau com atuação no município de Assunção do Piauí, contando atualmente com mais de 3.700 associados, entre ativos e inativos.

Endereço para contatos: Rua 15 de agosto, 38 – Bairro Santa Terezinha - CEP: 64.333-000 – Assunção do Piauí/PI.  

Telefone: (86) 3254-0084  Email: str-assuncao@hotmail.com

Atual DIRETORIA (2014/2018)

Cargo

Nome

Presidente

José Caetano da Silva

Vice-presidente

Luiz Gonzaga Demétrio

Secretário geral

Deybleth Demétrio da Silva

Tesoureiro

Valdizon Antonio de Abreu

Sec. Agric. Agrária

Francisca Maria Soares

Coord. De Jovens

Maria Bento da Silva

Coord. Mulheres

Ivonete Vale da Silva

Coord. Idosos

Eva Salviano de Sousa

HISTÓRICO E ATUAÇÃO DA ENTIDADE SINDICAL

            Criado em 1994, o STTR de Assunção do Piauí, teve inicialmente, assim como tem até hoje, o objetivo de defesa dos interesses dos seus associados, isto é, defesa da categoria de agricultores familiares, trabalhadores rurais assalariados. A principal frente de lutas da entidade tem sido a Reforma Agrária, luta contra o latifúndio predominante no município e a regularização fundiária, já que o município de Assunção do Piauí é constituído de muitas terras públicas ou de ausentes desconhecidos, o que facilita a falsificação de documentos por empresários e grileiros que compram pequenas áreas e demarcam muito mais, numa espécie de “milagre da multiplicação da terra” em seus favores em detrimento de quem nela trabalha.

            Por esta situação, o STTR de Assunção do Piauí, em conjunto com a FETAG, já têm feito várias denúncias, inclusive forçaram uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito), na Câmara municipal de Assunção do Piauí, em 2003, cujo resultado beneficiou 300 (trezentas) famílias que estão à porta de serem assentadas pelo INCRA e inibiu a ação criminosa de grileiros na região. Outra frente de luta do sindicato é pela formação política da sua população, buscando parcerias com entidades da sociedade civil, como o CERAC, CPT, FETAG e órgãos governamentais que orientem os agricultores na sua organização social (associação) e na conquista de conhecimento que melhorem a produção e produtividade das culturas de plantação de feijão e criação de caprino e ovino, que é a principal fonte de renda de seus 7.686 habitantes residentes (IBGE 2015).

            As principais dificuldades enfrentadas pela entidade sindical residem na questão financeira, já que se trata de um município com 1.690,703km², com uma densidade demográfica de 4,55 hab/km². Está encravado no semiárido piauiense fazendo limites com o Estado do Ceará, tendo a sua sede sob as coordenadas geográficas de 05°51’57”S e 41°02’20”W. A sua população residente 59,2% encontra-se na distante zona rural e o restante na zona urbana, porém com a sua principal atividade econômica centrada na zona rural com a produção de feijão de sequeiro e a criação de pequenos animais. Os poucos recursos disponíveis no sindicato, dificultam o atendimento sistematizado aos agricultores e agricultoras familiares.

            A principal preocupação da sua atual diretoria é a inserção da mulher e do jovem rural no Movimento Sindical e Social. Pois a média de idade de seus dirigentes é de aproximadamente 26 anos, e 40% da diretoria composta por mulheres, entre os efetivos e suplentes. Todos alfabetizados e alguns, a maioria, com o ensino médio concluído ou em fase de conclusão.

            A primeira ação foi buscar a capacitação de sua diretoria, em novembro de 2010, em gestão e sindicalismo, com isso dando uma qualidade administrativa aos dirigentes sindicais e permitindo que potencializem os recursos financeiros e humanos para atingir o seu objetivo final, ou seja, atender os interesses políticos e econômicos dos seus associados através da defesa intransigente de interesses e direitos da categoria.

            A mais recente ação deste sindicato tem sido identificar todas as famílias agricultoras familiares que estão morando e trabalhando na qualidade de posseiros, há muito tempo, em terras do Estado do Piauí (no território do município) para fins de encaminhamento de processo de legalização junto ao Instituto de Terras do Piauí (INTERPI), procedimento que já vai atendendo mais de 100 (cem) famílias desde o início de 2015. O STTR de Assunção do Piauí acredita que só é possível fortalecer o desenvolvimento da agricultura familiar no município com a regularização das áreas de posse.

ENTIDADES DE REFERÊNCIAS

FETAG – PI (Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado do Piauí).

STTR de Castelo do Piauí (Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Castelo do Piauí).

Igreja Católica de Assunção do Piauí.

Fórum Piauiense de Convivência com o semiárido (FPCSA).

Fonte: José Caetano da Silva 

 

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