FETAG-PI, OAB-PI, INCRA-PI E AVEPI FORAM A COMUNIDADE CENTRO DO MEIO E INVESTIGARAM O CASO DE GRILAGEM DE TERRA, MAS O CLIMA CONTINUA TENSO.

Por volta das 10:00h de ontem (28/09), uma comitiva formada por diretores da Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado do Piauí – FETAG/PI, Advogados da Comissão de Direitos Agrário da Ordem dos Advogados do Brasil no Piauí – OAB/PI o Sub-Superintendente e membro da ouvidoria agrária do Instituto Nacional de Reforma Agrária no Piauí – INCRA/PI, Associação de Vereadores do Piauí - AVEPI e diretores do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Assunção do Piauí – STTR chegaram a Comunidade Centro do Meio para fazer uma investigação acerca do conflito existente entre o fazendeiro vizinho Edmilson Carvalho e os moradores daquela comunidade, clima de tensão iniciado no final de agosto passado.

A reunião na comunidade realizada pelas entidades e os moradores deram origem a constituição de uma comissão especial formada pela OAB-PI, INCRA-PI, FETAG-PI, STTR local, Prefeitura Municipal de Assunção do Piauí, Câmara Municipal de Vereadores de Assunção do Piauí e Associação de Vereadores do Piauí – AVEPI a qual foi denominada de “Comissão de Investigação e Proteção – CIPRO”, que terá como objetivo investigar os fatos que deram origem ao conflito de terra, ouvir às partes envolvidas, consultar o poder judiciário e defender os interesses das famílias.

A CIPRO terá que tomar ações imediatas a partir de segunda-feira (30/09), no sentido de buscar a protelação do cumprimento da ordem de desocupação prevista para terça-feira (01/10/2013), enquanto se constitui um processo que possa suspender a liminar concedida pelo Tribunal de Justiça do Piauí para desocupação da área, o que continua sendo um clima de bastante tensão, pois segundo a opinião pública aproximadamente 5 mil pessoas estão dispostas a resistirem a desocupação da área, pois o conflito “Centro do Meio” deixou de ser um caso isolado daquelas famílias e passa a ser um caso do município inteiro, pois todas as entidades do município, sem exceção de partidos políticos, estão unidas pela causa.

A nossa equipe do Assunção Livre acompanhou toda a reunião, mas ninguém das entidades quis nos conceder entrevista sobre o andamento das ações a serem tomadas pela CIPRO, por se tratar de um momento de tensão.

 

Fonte: Elizangela Bezerra

Foto: Tribunal de Justiça do Piauí

Edição: Assunç@oLivre      

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