CASO LAURINDA TORQUATO VAI PARAR NO MINISTÉRIO PÚBLICO E POLÍCIA CIVIL INVESTIGARÁ OMISSÃO DE SOCORRO

 

O Vereador Emídio Saturnino (DEM), deu entrada segunda-feira (22/04), no Ministério Público da Comarca de São Miguel do Tapuio a um comunicado do caso “Laurinda Torquato” e pediu a promotoria de justiça que tomasse às providências cabíveis, no sentido de apurar se houve realmente omissão de socorro no atendimento à adolescente, tendo em vista que é a terceira vez que uma pessoa morre à míngua na Unidade de Saúde de Assunção do Piauí, “precisamos combater a falta de atenção desses profissionais de saúde do município, ta na hora de dar um basta nestas irresponsabilidades, seja de quem for, se não outras pessoas morrerão nesta situação”, disse Emídio Saturnino a nossa reportagem.

A nossa redação manteve contato com o Promotor de Justiça da Comarca de São Miguel do Tapuio Dr. Ricardo Trigueiro e, o mesmo nos confirmou o recebimento do pedido feito pelo vereador e disse que vai pedir, imediatamente, a abertura de um “Inquérito Policial – IP” para investigar a suposta omissão de socorro e esclarecer os fatos a sociedade, segundo ele o IP será conduzido pelo Delegado de Polícia Civil da Cidade de Castelo do Piauí Dr. Higor Rocha Gadelha, haja vista que o caso foi considerado um evento “de grande repercussão”.  

Em discurso na sessão plenária da Câmara Municipal de Assunção do Piauí, realizada hoje (25/04), o Vereador Zézo Marô (PTB) lamentou o caso “Laurinda Torquato” e disse ter ido, neste mesmo dia, visitar as instalações da Unidade de Saúde onde a garota foi atendida, “falei com Secretária Municipal de Saúde Sra. Rosimar de França Lima e ela prometeu melhorar às instalações e atendimento aos pacientes”, disse o Vereador Zézo, em seguida, na mesma sessão, o Vereador Ronivom (PSB) usou a palavra e rebateu as acusações feitas sobre a suposta omissão de socorro no caso “Laurinda Torquato” e disse que a maior culpada pela morte da menina foi a Eletrobrás, “gente, na hora de falar sobre a morte da garota vocês só lembram o inalador e, esquece de falar da Empresa Eletrobrás, neste caso o aparelho não funcionou por que a energia não era suficiente”, disse Ronivom, acrescentando ainda, "que um médico não possui bola de cristal para saber quem vai morrer ou não".

Fonte/Foto: Redação

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